Mostrar mensagens com a etiqueta União Europeia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta União Europeia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Proposta de orçamento europeu não agrada à Suécia


A proposta inicial de orçamento europeu para 2021-2027 apresentada pela Comissão Europeia é liminarmente rejeitada pelo Governo Sueco. O Primeiro-Ministro Löfven diz que pagar mais dinheiro pode prejudicar as reformas sociais do país, e a Ministra das Finanças Magdalena Andersson diz que a proposta é inaceitável.

A proposta posta em cima da mesa pela comissão implica um aumento da contribuição média de 1,03% para 1,11% do PNB dos estados-membros. Além disso prevê uma abolicão gradual do desconto beneficiando a Suécia, tal como era o caso do Reino Unido. 
Por outro lado prevê cortes nos fundos da coesão e da agricultura, algo muito desejado na Suécia. 

Löfven fundamenta a posição da Suécia, apontando o facto de que o país recebeu um número desproporcional de refugiados. Por isso, prevê negociações muito difíceis sobre o orcamento comunitário.

Já a ministra das Finanças Magdalena Andersson vê a Alemanha aproximar-se da linha sueca, que tal como a Dinamarca, a Áustria e a Holanda se opõem a um aumento do pagamento anual à União Europeia. Por esse motivo a ministra sueca tem a esperança de um apoio da Alemanha nas negociações sobre o orçamento comunitário.

FONTES

Göteborgs-Posten | 5 de maio de 2018 | Hopp om tyskt stöd i strid om EU-budget | http://www.gp.se/ekonomi/hopp-om-tyskt-st%C3%B6d-i-strid-om-eu-budget-1.5866655
Svenska Dagbladet | 4 de maio de 2018 | Hopp om tyskt stöd i strid om EU-budget | https://www.svd.se/hopp-om-tyskt-stod-i-strid-om-eu-budget
Sydsvenskan | 4 de maio de 2018 | Hopp om tyskt stöd i strid om EU-budget | https://www.sydsvenskan.se/2018-05-04/hopp-om-tyskt-stod-i-strid-om-eu-budget

segunda-feira, 27 de março de 2017

A SUÉCIA QUER UM ORÇAMENTO EMAGRECIDO PARA A UNIÃO EUROPEIA

O primeiro-ministro Stefan Löfven e a ministra das finanças Magdalena Andersson querem reduzir o orçamento da União Europeia, devido à saída da Grã-Bretanha e ao desaparecimento do subsídio britânico na ordem dos 15% do total.


"É preciso adaptar o apetite ao tamanho do farnel!", aponta o primeiro-ministro sueco, apresentando como objetivo da Suécia uma redução do orçamento comunitário na mesma grandeza do anterior pagamento dos britânicos aos cofres da União Europeia.
A Suécia espera ter o apoio dos 8 países que pagam mais do que recebem, entre os quais estão a Holanda, a Suécia, a Alemanha e a Áustria.
Uma das consequências desta linha é a diminuição dos subsídios europeus à agricultura e ao desenvolvimento regional. 

E a ministra das finanças realça que ela quer menos ajudas à agricultura e ao desenvolvimento regional, e mais dinheiro para os verdadeiros problemas da União Europeia, nas áreas das migrações, concurrência e polítiva climática.

O primeiro-ministro arredondou dizendo que "Não se pode continuar a receber ajudas, sem assumir responsabilidades.", e a ministra das finanças acrescentou que "Não se pode só tirar as frutas, e deixar o resto do bolo."


Sydsvenskan- 27 de março de 2017 - EU-avgiftssmäll hotar efter Brexit - http://www.sydsvenskan.se/2017-03-27/eu-avgiftssmall-hotar-efter-brexit
Dagens Nyheter - 27 de março de 2017 - Sverige vill ha slimmad EU-budget - http://www.dn.se/ekonomi/sverige-vill-ha-slimmad-eu-budget/
AffärsLiv - 27 de março de 2017 - Sverige vill ha slimmad EU-budget - http://affarsliv24.vk.se/1967455/sverige-vill-ha-slimmad-eu-budget-3

quinta-feira, 23 de março de 2017


DIJSSELBLOEM PODE CAIR

"Não se pode gastar o dinheiro em mulheres e álcool, e depois contar com a ajuda dos outros", disse o  presidente do Eurogrupo Jeroen Dijsselbloem, numa entrevista ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung. 

Declarações inaceitáveis, replicou Antonio Trajani, presidente do Parlamento Europeu. 
Apesar de Dijsselbloem ter um mandato até 2018, levantam-se algumas vozes exigindo a sua demissão, entre as quais, dos colegas do partido Socialista Holandês (PVDA), do primeiro-ministro italiano Matteo Renzi, do primeiro-ministro português António Costa, e do líder da bancada social-democrata do Parlamento Europeu Gianni Pittella. 


Svenska Dagbladet - 23 de março de 2017 - Sprit och kvinnor kan fälla euro-bas- https://www.svd.se/sprit-och-kvinnor-kan-falla-euro-bas
AffärsVärlden- 22 de março de 2017- Allt starkare avgångskrav mot Dijsselbloem- http://www.affarsvarlden.se/bors-ekonominyheter/allt-starkare-avgangskrav-mot-dijsselbloem-6834854

quarta-feira, 1 de março de 2017

A SUÉCIA ESTÁ NA LUTA PELA AGÊNCIA EUROPEIA DO MEDICAMENTO


O Brexit britânico acarreta a saída do Reino Unido da União Europeia. A Agência Europeia do Medicamento (EMA), sediada em Londres, terá de ser transferida para outro país da união.

A Suécia está na linha da frente dos candidatos a receber essa importante agência europeia. Outros países interessados são a Alemanha, a Dinamarca e a Holanda, para além da Irlanda, Itália, Áustria, Hungria, Malta, Espanha e Finlândia.

A Agência Europeia do Medicamento foi criada em 1995, e tem cerca de 900 funcionários, em contacto com uns 4 500 especialistas europeus. Anualmente recebe a visita de uns 40 000 peritos, e arranja 500 reuniões internacionais. Cerca de 400 pernoitas diárias em hotel, são necessárias para todo este movimento.

O governo da Suécia encarregou a Administração Regional de Estocolmo de apoiar a candidatura da Suécia, visando a colocção da Agência Europeia do Medicamento na área de Estocolmo e Uppsala.

O ponto fraco da Suécia é a grande dificuldade em conseguir habitação na região de Estocolmo.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

UNIÃO EUROPEIA 
A SUÉCIA TEM DESIQUILÍBRIOS MACROECONÓMICOS

A Suécia, a Alemanha, a Irlanda, a Espanha, a Holanda e a Eslovénia recebem um aviso da União Europeia devido a terem “desiquilíbrios económicos” que precisam de corrigir. Já a Bulgária, a França, a Croácia, a Itália, Portugal e Chipre, recebem avisos de “graves desiquilíbrios”. A Grécia está numa categoria especial.
A Suécia é alertada por ter uma grande dívida privada e crescentes preços da habitação. Além disso, a Comissão avisa de que há um risco de contágio aos bancos suecos, e de estes aos bancos nórdicos e bálticos.
No seu conjunto a economia da União Europeia apresenta descidas do desemprego, das dívidas e dos défices.

Göteborgs-Posten – 24 de fevereiro de 2017 - EU-varning för svensk obalans - http://www.gp.se/nyheter/ekonomi/eu-varning-f%C3%B6r-svensk-obalans-1.4168259
Svenska Dagbladet – 24 de fevereiro de 2017 - EU-varning för svensk obalans - https://www.svd.se/eu-varning-for-svensk-obalans

domingo, 5 de fevereiro de 2017

SUÉCIA NA CIMEIRA DE MALTA

Depois da Cimeira de Malta reunindo os chefes de estado de 27 países-membros da União Europeia na ilha de Malta, Angela Merkel constatou que se está a caminho de uma Europa a diferentes velocidades, com graus variados de cooperação entre os diversos países, como é o caso da União Monetária do Euro. Igualmente foi ventilada a relação com os Estados Unidos, sendo abordado o caso do embaixador proposto pela Administração Trump, o senhor Ted Malloch, que afirmou esperar que a União Europeia seja enterrada tal como foi a União Soviética.

O primeiro-ministro Stefan Löfven manifestou a sua satisfação por se ter avançado na questão dos refugiados. Com os passos agora dados, vão ser salvas vidas no Mediterrâneo e a Líbia vai ser ajudada. A fronteira vai ser fortalecida e as condições de vida das pessoas em fuga vão ser melhoradas. Quanto aos Estados Unidos, Löfven apontou a importância de a Europa estar unida e ter um papel maior no trabalho global. A União Europeia e os Estados Unidos têm dois interesses comuns: a luta contra o terrorismo e os investimentos visandos desenvolver os dois continentes.


Göteborgs-Posten – 5 de fevereiro de 2017 - Svår vår för sökande EU-ledare - http://www.gp.se/nyheter/v%C3%A4rlden/sv%C3%A5r-v%C3%A5r-f%C3%B6r-s%C3%B6kande-eu-ledare-1.4145009
Expressen – 3 de fevereiro de 2017 - EU–ledarna överens om plan för flyktingar - http://www.expressen.se/nyheter/euledarna-overens-om-plan-for-flyktingar/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

MERKEL VISITOU A SUÉCIA

No passado dia 31 de janeiro, a chanceler alemã Angela Merkel fez uma curta visita de 6 horas à Suécia. Depois de uma rápida passagem pelo Palácio Real, onde foi recebida pelo rei Carlos Gustavo e a rainha Silvia, Merkel participou num almoço de trabalho com o primeiro ministro sueco Stefan Löfven, acompanhado de quatro ministros.

A visita terminou com uma conferência de imprensa em Rosenbad. Löfven apontou a necessidade de uma União Europeia "forte e coesa", em especial nesta altura em que o presidente americano Donald Trump proibiu a entrada de imigrantes de 7 países, atingindo também cidadãos com dupla cidadania. Löfven mencionou igualmente a cooperação entre a Suécia e a Alemanha nos domínios dos refugiados e da inovação económica para criar novos empregos.
Merkel, por seu lado, realçou a proximidade dos dois países nas questões dos refugiados e do asilo na Europa, e condenou igualmente a proibição americana de entrada de imigrantes.
A visita terminou com a participação de Merkel e Löfven num simpósio organizado pelo Fórum Tecnológico Sueco-Alemão (German Swedish Tech Forum).


Aftonbladet - 31 de janeiro de 2017 - Löfven och Merkel markerade mot Trumps inreseförbud - http://www.aftonbladet.se/nyheter/a/r6683/lofven-och-merkel-markerade-mot-trumps-inreseforbud
Expressen - 31 de janeiro de 2017 - Löfven: "Uppskattar ditt ledarskap" - http://www.expressen.se/nyheter/lofven-uppskattar-ditt-ledarskap/
Göteborgs-Posten - 31 de janeiro de 2017 - Merkel och Löfven kritiserar Trump - https://www.gp.se/nyheter/sverige/merkel-och-l%C3%B6fven-kritiserar-trump-1.4138602

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

SUÉCIA NA CIMEIRA DE BRUXELAS
A situação na Síria dominou a reuniã
o


O primeiro-ministro sueco Stefan Löfven declarou na conferência de imprensa, após a Cimeira de Bruxelas de 15 de dezembro de 2016, que o assunto dominante do encontro foi a situação crítica em Aleppo na Síria. Para a União Europeia é fundamental o respeito pelo direito internacional, e os eventuais crimes de guerra serão levados a tribunal.
A Suécia queria também mais sanções contra a Rússia pela sua intromissão na Síria, mas não teve apoio dos outros países.
O outro tema da reunião foi a política de migração na Europa, em que as divergências entre os estados-membros continuam. Todavia houve um entendimento para continuarem os esforços para aumentar a cooperação e coordenação entre os diferentes países - a linha defendida há muito tempo pela Alemanha e pela Suécia.
Quanto ao Brexit, Löfven explicou que os britânicos prometeram respeitar a liberdade de trabalho dos cidadãos da União Europeia no Reino Unido. Na opinião dele, uma atitude louvável, dado haverem 100 000 suecos a residir na Grã-Bretanha. 

Dagens Nyheter- 16 de dezembro de 2016 - Löfven: Ansvariga för krigsbrott ska ställas inför rätta- http://www.dn.se/nyheter/sverige/lofven-ansvariga-for-krigsbrott-ska-stallas-infor-ratta/